Qual o consumo de gás de cozinha por habitante e qual o potencial de vendas?

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A pandemia trouxe diversos contratempos ao cenário econômico brasileiro. As pessoas passaram a ficar mais tempo em casa ou devido à quarentena ou porque perderam seus empregos. O desemprego fez com que muitos buscassem o sustento através da produção caseira de alimentos para vendas, tais como bolos, brigadeiros, salgados, etc. 

No Brasil, mais de 95% da população utiliza o glp, cujo consumo por habitante é em média 4m³ (ou 3,2kg) por mês, o equivalente ao valor de aproximadamente R$33,00 em alguns Estados. Em residências onde há aparelhos como microondas, forno elétrico e grill, por exemplo, o consumo mensal de glp por pessoa acaba sendo menor do que entre as famílias de baixa renda.

Produto essencial na cozinha das famílias brasileiras, o glp vendido em botijões (P13kg) alcançou um maior nível de consumo durante a pandemia, mesmo com os constantes aumentos de preço nos últimos 12 meses. A população de baixa renda é a maior consumidora de gás de cozinha e, portanto, a que sofre mais impacto com a alta dos preços praticados pelo mercado. 

O uso do glp é tão importante quanto ter alimentação, água e energia disponível, e é utilizado principalmente para cozinhar os alimentos. Devido à extrema importância do produto, a Petrobrás anunciou recentemente que trabalha em um projeto social já em fase de conclusão destinado às famílias de baixa renda.

Através deste programa, com duração de 15 meses, serão destinados 300 milhões de reais para subsidiar a compra de gás de cozinha para essas famílias. Ainda serão definidos a quantidade de pessoas contempladas, os critérios de participação e se outras empresas também participarão deste projeto.

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